Como escolher a plataforma de e-commerce?

Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o ano de 2018 pode registrar mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 310. Em 2017, o e-commerce brasileiro obteve faturamento de R$ 59,9 bilhões e fechou com 203 milhões de pedidos, um tíquete médio de R$ 294.

De acordo com o relatório da associação, o vínculo das lojas de e-commerce em grandes marketplaces como Americanas, Submarino e Amazon, é evidente em quase todas as categorias de compra, já que 31,5% das vendas são efetuados neste canal. O Sul é a região com a melhor taxa de conversão média (1,5%).

O e-commerce com o passar dos tempos, torna-se um canal essencial do varejo e os marketplaces uma das principais vias de vendas com credibilidade e exposição de marca. Para este processo ser bem sucedido é fundamental analisar todos os pontos inerentes ao seu modelo de negócio.

Atualmente, a plataforma mais popular do mercado tecnológico é o Magento, líder no cenário externo e interno, este tipo de plataforma, no início do processo de uma loja virtual, surge constantemente para o empreendedor como algo que necessita de maiores investimentos e, talvez, por isso, cause um certo receio.

A plataforma conta com alto nível de customização e escalabilidade. Por ser Open Source, esse canal conta com uma extensa quantidade de desenvolvedores ao redor do mundo, projetando diversos tipos de avanços

É preciso atentar-se no momento em que for contratar uma empresa de desenvolvimento. Busque parceiros que acompanhe as novidades do mercado, que tenha um bom time de desenvolvedores capacitados.

Por isso, é crucial que a empresa leve em consideração alguns aspectos como a garantia de manutenção, suporte, viabilidade para futuras atualizações, segurança e claro, um dos mais importantes: o custo a longo prazo. A seguir, apresentaremos melhor cada uma delas.

Plataforma SaaS

Software as a Service (SaaS), que para o português significa “software como um serviço”. Nessa modalidade, investe-se um valor estipulado para usar a plataforma como se fosse um aluguel. Pagou usou, e se deixar de pagar, você tem o seu acesso bloqueado.

A desvantagem deste modelo é que a tecnologia pode limitar os seus passos se não evoluir exatamente como o seu negócio necessita, já que você não vai ter acesso ao código da loja. Para reduzir este problema, muitos fornecedores começaram a autorizar a instalação de plugins, onde torna-se possível a personalização da sua loja.

A SaaS oferece ao usuário desde planos gratuitos a planos profissionais, para suprir a necessidade do seu negócio, como na VTEX, uma das principais plataformas no modelo SaaS no Brasil.

Plataforma On-Premises

A plataforma On-Premises necessita de licença de uso do código. Trata-se de modelo mais tradicional entre as grandes empresas devido à garantias e domínio sobre o próprio código.

Após a compra da licença, o On-Premises demanda custos extras para a implantação e desenvolvimento específico direcionado à loja. O usuário também terá que lidar com a tecnologia, atualizações, infraestrutura e hospedagem.

Depois de lançada a loja, o usuário deve cuidar da manutenção e das melhorias. Este modelo, disponibiliza o acesso a novas versões que geralmente são lançadas anualmente ou a cada 2 anos.

Plataforma Open Source

Open Source foi desenvolvida por comunidades abertas de programadores que disponibilizam o acesso para download e utilização gratuita. Essas características fazem com que esses sistemas passem a ser denominados como “lojas virtuais de código aberto”.

Com o código aberto, essas lojas podem ser modificadas e aprimoradas por qualquer pessoa ou empresa que possua qualificação técnica para isso.

As plataformas Open Source necessitam de mão de obra qualificada para rodar o e-commerce de acordo com as especificações do seu negócio e não possuem garantias de manutenção, exigindo assim, um time técnico ou um fornecedor especializado para oferecer o suporte necessário e evoluir a tecnologia do seu negócio online.

Assim conseguimos perceber que no momento de decisão sobre qual plataforma usar no seu e-commerce, existem pilares fundamentais que devem ser levados em consideração, controle e flexibilidade. É importante que o empreendedor atente-se ao momento e a necessidade de seu negócio, para que assim consiga definir a ferramenta mais adequada.

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